Para alguns iluminados o governo regional e Carlos César após concretizarem uma das mais importantes obras dos Açores das últimas décadas não tinham o direito de expressar o seu sentimento de contentamento.
Os comentários são de tal forma ridículos que acusam César de se promover à custa das Portas do Mar. Apetece-me perguntar: queriam que promovesse quem? A oposição? O PSD que enquanto governo da república não permitiu que este empreendimento se candidatasse aos fundos europeus? Durão Barroso que enquanto primeiro-ministro achava que esta obra não era crucial para uma região que vê no turismo um dos seus pilares do desenvolvimento económico?
Os mesmos que agora criticam o governo regional de desperdiçar dinheiro em inaugurações, dentro de dias vão realizar uma convenção com o homem que em Portugal mais usa dinheiros públicos e o poder público para se promover e para coagir toda uma sociedade: falo de Jardim. Os mesmos que se sentem sufocados nesta região sentar-se-ão à mesma mesa com senhores que não respeitam minimamente o órgão representativo dos eleitores: o parlamento regional.
Assim, qual é a credibilidade que esses senhores que criticam tudo e todos querem ter?
Por fim, só me resta dizer: a César o que é de César; e as Portas do Mar são o enfatizar daquilo que foi e continua a ser o espírito empreendedor do PS e de Carlos César nos últimos 12 anos.
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