Terça-feira, 28 de Julho de 2009

E esta?!?!

E não é que um estudo recente demonstra que os governos mais despesistas da democracia portuguesa foram os liderados por José Manuel Barroso e Santana Lopes? E quem era a ministra das finanças do governo de Barroso? A dama de ferro: Manuela Ferreira Leite!

Quem ouve e vê a dita senhora a falar até se esquece que a mesma, enquanto ministra das finanças numa época sem crise mundial, deixou um défice de mais de 6%, valores só agora atingidos durante o governo do PS, e como consequência da grave crise mundial originada, em boa parte, por "senhores" pouco sérios que todos nós sabemos quem são.

E como factos são factos gente desta não merece regressar ao poder, não merece ter uma nova oportunidade!

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publicado por Hélder Almeida às 19:25
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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

A verdade da mentira!

Aqui fica um vídeo que repõe a verdade sobre a gestão de Santana Lopes em Lisboa. É bom que os Açorianos o vejam, em especial os habitantes de Ponta Delgada pois a situação do nosso concelho e da sua gestão autárquica é em tudo idêntica à exposta neste vídeo.

 


publicado por Hélder Almeida às 22:18
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Nem tudo o que parece é!

Estou a pensar oferecer um dicionário ao PSD, no qual esteja a negrito o significado da palavra renovação. Depois da "renovação" do último congresso onde os novos nomes afinal vinham do baú das recordações de Mota Amaral, não é que a líder do PSD/A anuncia que tem uma lista para as eleições legislativas com 80% de renovação? Quando li o título da notícia fiquei admirado e a pensar se Mota Amaral finalmente iria deixar de ser cabeça de lista do PSD/A, contudo, qual publicidade enganosa, ao abrir o embrulho vê-se que a renovação só se dá do terceiro lugar para baixo, ou seja, nos lugares em que ninguém vai ser eleito!

Vejam bem que a ânsia de fazer notícias, melhor fazer títulos é tão grande que se recorre a estes estratagemas apenas para dar uma ideia de renovação, quando na verdade são os mesmos que lá estão, só que recauchutados.

E é este PSD que se quer assumir como alternativa de confiança.

Mas não é de estranhar pois esta liderança do PSD é da mesma escola política de Santana Lopes, a do populismo e demagogia constantes.

 

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publicado por Hélder Almeida às 19:55
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Só faltaram os violinos como banda sonora...

Ontem, em entrevista à RTP, foi possível observar o expoente máximo do populismo em Portugal, e de tudo aquilo que abomino na vida política. Santana Lopes aparece, qual Fénix renascida, a apresentar-se como a grande mudança para Lisboa atirando meia dúzia de vacuidades para lisboeta ouvir. É no mínimo displicente como um homem que teve responsabilidades gravíssimas na actual situação financeira da câmara de Lisboa venha agora aparecer, com a maior desfaçatez, enquanto solução para problemas que ele criou. É desonesto dizer que António Costa não fez obra quando todos os lisboetas sabem como deixou esse senhor as contas da câmara. Já o fez na Figueira da Foz onde quase 10 anos depois a câmara daquele concelho continua com uma grave situação nas suas contas. É desonesto apresentar-se como puritano, dizendo que não ataca os adversários quando todos sabem os boatos que lançou e alimentou, com graçolas brejeiras, sobre o actual primeiro-ministro durante as últimas eleições legislativas. É desonesto usar expressões do tipo "se Deus Nosso Senhor quiser, serei presidente da câmara" tentando aproveitar-se até da religião para fazer política, como já é seu hábito.

Mas sei que esse tipo de políticos, os fala-barato, os de paleio e de pouca acção, os levianos no estudo e tratamento dos projectos, os populistas ainda têm muita aceitação em Portugal, porque ainda uma boa parte dos portugueses quer ouvir dos políticos aquilo que lhes convém e não a verdade, não a firmeza.

É tempo de, finalmente, a boa moeda expulsar a má moeda da política, é tempo de termos pessoas sérias, de trabalho nos cargos públicos, é necessário termos os melhores nos cargos públicos e não os que falam melhor, porque as palavras o vento leva e a obra, se bem feita, fica para sempre.

 

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publicado por Hélder Almeida às 10:32
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Balanços

Os deputados dos Açores do PS na Assembleia da República recordaram, e bem, as suas conquistas e a sua intervenção na última legislatura e a actuação reprovável dos deputados eleitos pelo PSD. É nesta legislatura que o PSD não só não vota favoravelmente o Estatuto Político Administrativo dos Açores como ainda pede a sua fiscalização sucessiva pelo Tribunal Constitucional. É caso para perguntar: com amigos destes quem precisa de inimigos?

A acrescentar a este facto está a Lei de Finanças Regionais na qual, pela primeira vez, se fez justiça à "maior" e mais "agravada" insularidade dos Açores onde a dispersão territorial obriga a uma maior mobilização de recursos. Contudo este PSD pensa que não, defendendo que tudo volte a ser como era. Mais, sugiro até (ironicamente) que se volte ao passado da governação laranja destas ilhas e que se dispense verbas, que são nossas por direito, para o desenvolvimento da Madeira.

É este PSD que quer governar Portugal a partir de Setembro. Perante isto os Açorianos só têm uma escolha, a de votar no PS enquanto único partido que defendeu, intransigentemente, os interesses deste arquipélago com a aprovação do nosso estatuto, enfrentando, sem rodeios, as sombras centralistas figuradas no Presidente Cavaco Silva, cuja eleição foi apoiada pelo mesmo PSD.

De uma outra perspectiva é de realçar o excelente trabalho desenvolvido por Ricardo Rodrigues, o qual foi reflectido na sua projecção dentro do grupo parlamentar do Partido Socialista. Enquanto Açoriano não quero nem me interessa deputados de última fila como foram os eleitos do PSD pelos Açores, mas sim, deputados com uma atitude interventiva como foi a de Ricardo Rodrigues.

Por isso em Setembro o voto justo é no Partido Socialista.

 

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publicado por Hélder Almeida às 22:25
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Sábado, 11 de Julho de 2009

Festas...

Neste fim-de-semana decorrem as Festas do Espírito Santo em Ponta Delgada. Embora esse tipo de manifestação esbarre nas tradições da nossa ilha do arcanjo, mais relacionadas com os Impérios locais em cada freguesia, não deixam de ser uma boa oportunidade de convívio e demonstração, principalmente no desfile etnográfico, de algumas práticas do antigamente.

Lamenta-se o facto que os concertos a realizar decorram na Praça Vasco da Gama, ao invés de se realizarem no grande "anfiteatro" exterior das Portas do Mar que apresenta melhores condições para a realização deste tipo de eventos. É de condenar que a Câmara Municipal de Ponta Delgada não faça uso das excelentes infra-estruturas que o Governo Regional dotou a maior cidade dos Açores. Tenho a certeza que o brilho da senhora "mordoma" não ficaria ofuscado se alargasse estas festas também às Portas do Mar.

Terminando desejo que as festas corram pelo melhor e que o tempo a isso ajude!

 

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publicado por Hélder Almeida às 10:16
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Quem mais diz, mais é...

Os últimos tempos têm demonstrado que o PSD ou parou no tempo ou é dominado por tiques de género totalitário no que toca à sua relação com a comunicação social.

A provar tal facto está a inacreditável audiência, pela terceira vez, do director de informação da RTP a propósito de uma menor percentagem de tempo na informação da televisão pública do PSD. O jornalismo vive do momento, vive do que é notícia, vive do que é informação, exigir que na RTP as notícias sejam medidas ao cronómetro é ridículo. Exigir isso é querer condicionar a liberdade do jornalismo, contudo hoje já nem Marques Mendes é o responsável do governo pela televisão, nem Santana Lopes é líder de governo para se voltar a colocar a hipótese de práticas controladoras na televisão pública. As crianças têm por hábito dizer "quem mais diz é que é", e é exactamente isto que se passa. O PSD pensa que todos os outros partidos partilham das suas práticas coercivas da liberdade do jornalismo quando são poder, querendo então reflectir nos outros a sua própria essência. O PS tem a Liberdade no seu código genético, o PS não precisou da liberdade para se formar, antes lutou por ela para que outros ganhassem coragem para aparecer, o PS nunca quis controlar fosse quem fosse. O PS é por natureza um dos garantes da Liberdade e Democracia em Portugal.

 

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publicado por Hélder Almeida às 21:05
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Sábado, 4 de Julho de 2009

Inevitável

Nesta semana que se passou assistiu-se a um triste comportamento de um político, o qual sendo inadmissível foi resolvido como deveria ser, com o pedido de demissão e a sua aceitação por parte do primeiro-ministro.

Se o acto foi inédito, ainda mais invulgares foram as reacções dos patrões e dos trabalhadores a esta demissão. Da parte da confederação das indústrias surgiram rasgados elogios à energia, determinação, trabalho e esforço levado a cabo por este ministro. Da parte das associações de turismo só choveram agradecimentos e reconhecimentos pela acção do ministro Manuel Pinho. E como se não bastasse, também as comissões de trabalhadores da Autoeuropa e da Quimonda vieram reconhecer o excelente trabalho deste ministro, razão pela qual acho, melhor, tenho a certeza o PSD se calou sobre este incidente não tocando mais nele, de modo a ocultar o difícil e meritório trabalho do governo em recuperar a economia e ajudar as empresas neste caminho contra a crise, fazendo, então, cair por terra as críticas repetidas do PSD sobre este assunto.

Para além disso o PSD neste caso está de rabo preso devido aos sucessivos insólitos que se sucedem na assembleia regional da Madeira protagonizados pelo seu grupo parlamentar, que a seguir o critério escolhido por Manuel Pinho já não teria nem deputados nem suplentes dos deputados.

Deste modo, só tenho pena que devido a um acto irreflectido Portugal tenha perdido um bom ministro, como se constatou pelas declarações de empregadores e empregados.

 

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publicado por Hélder Almeida às 15:06
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